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Diz a lenda, que só se conhece um lugar quando se vive nele e não somente quando se viaja, e por experiência própria, eu digo que a lenda é verdadeira. Nada melhor que saber das sutilezas que só os locais identificam, rir e compreender as piadas, entender a rotina e o melhor de tudo, se sentir em casa, mesmo “fora dela”…

Sendo assim, vira e mexe me pego comparando a Australia com os lugares que já morei e é interessante notar as diferenças e semelhanças de cada lugar.

Veja abaixo algumas que acabei de pensar e ainda não dividi com vocês, dessa vez no setor da saúde, bebidas, vida no paraíso e vivendo no Jurassic Park J

1)      Surpresa em relação ao sexo do bebê: claro que não é regra, mas a maioria dos australianos que conhecemos, decidiram deixar para saber o sexo do bebê somente no momento do parto…

2)      Exame papanicolau a cada 2 anos: isso pra mim foi um choque, estava acostumada a fazer esse exame uma vez por ano, tanto no Brasil, quanto no Canadá. Mas aqui o negócio é diferente, somente a cada dois anos o exame é pago pelo governo (medicare), do contrário, você deve pagar do próprio bolso.

3)      Tem dor… Panadol: assim como no Canadá e EUA a gente pensava no Tylenol pra qualquer tipo de dor corriqueira, aqui eles tem o panadol. Dessa forma, se estiver por aqui passeando, trabalhando ou estudando, já sabem… sentiu aquela dorzinha de cabeça, corre para a farmacia ou supermercado e pegue seu panadol! https://www.panadol.com.au/

4)      Bebidas somente em lojas especializadas: apesar dos australianos serem famosos por adorarem uma birita, bebida não se vende em supermercado como estamos acostumados na maioria dos lugares do mundo (mais uma semelhança ao Canadá).

5)      O preço de se morar no paraíso: Deus pode ser Brasileiro, mas segundo os Australianos, o paraíso fica aqui (será que Ele imigrou também? ahahah…). Acreditam que eles também acham que vivem no melhor país do mundo, com as meninas mais bonitas, os melhores surfistas, o melhor clima etc etc etc… Um dia até estava comentando com um amigo que achava os  preços de imóveis muito caro por aqui quando comparado ao Canadá, e sabe o que ele respondeu? “É preço de se morar no paraíso….” / Já viu esse filme? Eu também, igualzinho o Brasil: same same but different … eheheh

6)      Aranha em casa é uma boa coisa: pois é, vira e mexe quando digo que matei uma aranha em casa, os australianos me acham anormal, pois segundo eles, as aranhas são boas para matar outros insetos (barata e essas coisas)… fala sério, né? E não vai achando que elas são pequenas …

7)      Fique esperto com a água viva: apesar de todo mundo se preocupar com os tubarões, crocodilos, cobras etc, um dos animais que mais “atacam” aqui na Australia sao as aguas vivas (especialmente duas especies: Box Jellyfish e Irukandji Jellyfish). Inclusive, no verão, na região norte do país (incluindo nordeste e noroeste), é quando elas estão presente na água e são transparentes… 

Com certeza mais coisa virão por aí e eu vou colocando aqui, até que um dia eu resolva organizar com temas mais especificos :)

Um dos “passeios“ que mais gostamos na região de Rainbow Beach (estado de Queensland na Australia), foi as dunas do Carlo Sandblow.
Dunas em Rainbow Beach

Carlo Sandblow fica praticamente na cidade, basta seguir pela Coolooa Drive, estacionar o carro no reservatório de água, caminhar por uma trilha bem simples de apenas 600 metros e prontinho, você chega! E o melhor de tudo isso, é que nosso hotel/apartamento (Rainbow Ocean Palms Resort) ficava a menos de 2 quarteirões da entrada da trilha, dessa forma ir e voltar pra gente não era problema…
Dunas em Rainbow Beach
Momento “Eu me achando em Rainbow Beach”… eheheh

As dunas se localizam em um vale com vista perfeita por todos os ângulos; de norte a sul tem as florestas tropicais onde o pessoal adora fazer surf na areia, ao leste fica o oceano pacifico e as areias coloridas das falésias de Rainbow Beach e ao oeste você tem a fotogênica baia de Tin Can…
Falesias em Rainbow Beach
Kikão e as falésias coloridas…

Para quem pensa que é só isso, se engana. No final da tarde, a galera se empirulita para lá novamente para curtir o pôr-do-sol, tirar milhões de fotos e terminar o dia em chave de ouro… Confesso, que pela quantidade de gente (especialmente nos feriados e finais de semana) o romatismo do cair da tarde fica meio conturbado…
Dunas em Rainbow Beach
Dunas em Rainbow Beach

Mas fica aqui a dica: quem estiver em Rainbow Beach na lua cheia, siga para o lado leste das dunas depois do pôr-do-sol, veja quase todo mundo indo embora e fique lá curtindo o nascer da lua, com um taça de vinho e em boa companhia!!! Perfeito, não é mesmo? Mas não espalha a notícia, do contrário, o povo invade!!! Eheheh…
Dunas em Rainbow Beach
Dunas em Rainbow Beach

Dica número 2: Não esqueça a lanterna para a volta (a trilha fica bem escura)…

*** Faça uma blogueira feliz… se tiver um tempinho extra, comente! :) ***

Revendo as fotos de Israel, me deu um certo saudosismo da nossa viagem e por isso estou desaflorando o restante dos posts que sempre ficavam pra depois…
Mar da Galileia por Mikix
Mar da Galileia

Hoje vou contar sobre o dia que passamos pela região da Galileia. Apesar de não ter tido a intensidade de Jerusalem, se deparar com lugares bíblícos das parábolas que ouvíamos quando crianças, já sabíamos que o dia nos reservaria grandes emoções.

Foi como retornar as aulas de catecismo que tive no colégio, mas com a diferença que não estava só escutando, mas vendo, sentindo e tocando os lugares, e confesso, que ter a consciencia mais amadurecida para entender os fatos, também ajudou muito! :-)

Se localize:
Mapa da Galileia
© Carta, Jerusalem / Via Israel Ministry of Foreign Affairs

Saimos cedinho de Re’ut, suburbio de Tel-Aviv e cidade onde estávamos hospedados na casa de amigos, e partimos em direção Nazaré para começar nossa “pelegrinação” pelo norte de Israel.

Nazaré é conhecida como a “capital árabe de Israel”, devido a predominância muçulmana na região… Ah sim, apesar dos conflitos religiosos e políticos, o país também possui uma grande população de muçulmanos, alguns cristãos e ateus… e todos com passaporte Israelense!

Mas em Nazaré, nosso interesse era mesmo pela Basílica da Anunciação, local onde Maria recebeu a notícia do anjo Gabriel que seria mãe de Jesus, o filho do Deus. Dentro da igreja tem um espécie de gruta misturada ao altar, que supostamente era a casa onde ela viveu sua infância e como sou muito ligada a Maria, fiquei emocianada de talvez estar pisando no local onde ela viveu parte de sua vida! (PS: Israel tem dessas coisas de deixar o ceticismo de lado e se entregar as emoções :wink: )
Basílica da Anunciação por Mikix
Dentro da Basílica da Anunciação

E entrando o anjo onde ela estava, disse: Salve! Agraciada; o Senhor está contigo; ”

E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus.
Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo.

Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra.
(S. Lucas 1:28, 1:31, 1:32, 1:38)

A caminho do Rio Jordão, ao sul do mar da Galileia, passamos por Canaã e não nos animamos a entrar na igreja onde teoricamente Jesus fez seu primeiro milagre; a transformação da água em vinho. Achamos tudo bagunçado, sujo e muito pega-turista (risos)… seguimos logo para Yardenit, para curtir os batismos no Rio Jordão e essa foi uma experiência que valeu a pena (clique aqui para ler o post).

Tiberias, foi local que escolhemos para passarmos a noite e onde reservamos nosso hotel. Por ser uma cidade resort para os judeus, encontramos nela uma base perfeita, com várias opções de hoteis a preços convidativos. Mas sinceramente, não vimos muita graça na cidade em si, e continuamos perambulando pela região…
Tiberias por Mikix
Vista do nosso hotel em Tiberias

Para almoço, resolvemos experimentar o prato típico da região chamado “Peixe de São Pedro”, uma boa tilapia asssada inteira e servida com batatas fritas. Não me perguntem o nome do restaurante, pois esqueci completamente, só lembro que ficava na estrada logo depois de Tiberias e beirando o Mar da Galilelia, um almoço com vista! Nada mal… :D

Próxima parada foi o Museu do Barco de Jesus (Jesus Boat Museum / Yigal Allon Museum). Localizado no Kibbutz Ginosar, o museu oferece ao visitantes a oportunidade de ver como eram os barcos que navegavam no Mar da Galileia na época de Jesus. O interessante é que o barco exposto no múseu não é uma réplica, e sim o original, datado do século 1 . Ele foi encontrado as margens do mar da galileia e preservado durante todos esse tempo graças a combinação de argila, barro e a composição da terra …
Museu barco de Jesus por Mikix
Imagem do “barco de Jesus”…
Para quem não se lembra, foi no mar da Galileia, que na verdade é conhecido localmente como Lago Kineret, foi onde Jesus acalmou a tempestade e caminhou sobre as aguas…

Mirella sobre as aguas
Mirellita sobre as águas…

Subindo o mar da galileia, na cidade de Tabgha, paramos na Igreja da Multiplicação, onde teoricamente, foi o local onde Jesus realizou seu milagre da multiplicação dos pães.

A igreja atual foi inaugurada em 1982 e foi construída nos mesmo moldes da igreja bizantina que estava ali no século V.

Igreja da Multiplicação por mikix
Igreja da Multiplicação

E, tendo mandado que a multidäo se assentasse sobre a erva, tomou os cinco päes e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os päes, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidäo.
E comeram todos, e saciaram-se; …
E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças.
Mateus 14:19-21

Ainda em Tabgha, chegamos na Igreja das Beatitudes, local onde foi realizado o Sermão da Montanha. Depois de ver tantas igrejas, relembrar tantos fatos bíblicos e me recordar das aulas de catecismo e religião, o que mais me impressionou nesse local foi o belíssimo pôr-do-sol que avistamos.

Igreja das Beatitudes por mikix Igreja das Beatitudes no por-do-sol por mikix
Igreja das Beatitudes

“Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e ele passou a ensiná-los, dizendo: ‘Bem-aventurados os pobres de espírito’…” (S. Mateus 5:1-3)

E por fim, já quase noite, chegamos a Cafarnaum, na casa de São Pedro (também chamado de São Simão na bíblia). Sob os resquícios arquelógicos, foi construida uma igreja franciscana em 1990.
Igreja casa de São Pedro por mikix
Igreja casa de São Pedro

E assim retornamos a Tibérias para descansar!

Já faz um tempinho que fizemos esse passeio, mas as imagens, a experiência e a energia que senti durante nossos dias por em Israel, continuam vivas e já fico esperando a hora de poder voltar e explorar ainda mais Israel.

PS 1: Fizemos todo esse percurso por conta própria, alugamos um carro no aeroporto de Tel-Aviv e percorremos grande parte do país sem problema nenhum!

PS 2: Parte do website do Israel Ministry of Foreign Affairs, oferece bastante detalhes sobre várias cidades da “terra santa”, tudo escrito em português para facilitar nossa vida. Gostei muito! [link]

Leia todos posts sobre Israel aqui no Mikix:

- Israel – Introdução

- Jerusalem – parte 1

- Jerusalem – parte 2

- Jerusalem – parte 3 – final

- Deserto Negev (a caminho de Eilat/Petra)

- Day trip em Petra, na Jordania

- Masada

- Mar Morto – salinidade a flor da pele!
- Batismo no Rio Jordão
- Norte de Israel… um dia na Galileia

Depois de um ano de espera, nossa viagem ao Japão finalmente esta se concretizando!!! :D

Foto por Edwin Pijpe
Foto por Edwin Pijpe

Pra quem não se lembra, no ano passado tinhamos organizado nossa viagem inteirinha ao Japão (passagem aérea, hotel, roteiros etc), mas com os eventos; terremoto, tsunami e fukushima, tivemos que rever nossos planos e cancelamos tudo…

Mas dessa vez, esta tudo belezinha e estamos muito empolgados, pois temos certeza que o Japão só nos reserva boas supresas… e por falar em surpresas, estamos com o planejamento da viagem bem detalhado, mas estamos deixando bastante espaço para descobertas no meio do caminho. Afinal, não queremos engessar demais nossos planos :mrgreen:

Serão 14 dias de muitos templos, sakes, neon, história, cultura milenar, sushi, sumo etc… Quero só ver como iremos nos virar com a lingua japonesa, vai ser bacana! Nossas bases serão: Kyoto, Takayama e Tokyo. Desses lugares, escaparemos para outras cidades graças ao sistema fabuloso de trens do Japão!

Não sei se conseguiremos publicar novos posts durante a viagem, mas estaremos nos comunicando sempre que possível através do facebook, twitter, instagram e pinterest….

Fica então o convite para nos seguirem nessas mídias sociais também:

Facebook: http://www.facebook.com/MikixNoMundo

Twitter: @mikix10

Instagram: mikix10

Pinterest: Mirella Matthiesen (mikix)

Se tiverem dicas de restaurantes, lugares, isso e aquilo, a caixa de comentários será mais que bem-vinda e estamos realmente buscando por elas :)

E vamos que vamos… e o Japão que se prepare, pois o casal mikix está chegando!!! Uhuuuu

Na próxima segunda-feira (07/05/2012) o consulado americano com a finalidade de diminuir o tempo de cada passageiro dentro do consulado abriu 6 Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV) que servirá como uma espécie de triagem e irá coletar dados biométricos, como impressão digital e foto.

Os novos passos para obter o visto americano agora são:

1) Preencher o formulário DS160;

2) Pagar a taxa consular (MRV) no valor de US$160,00 (aproximadamente R$320,00). A taxa pode ser paga através de cartão de crédito ou boleto bancário;

3) Agendar a entrevista;

4) Comparecimento ao CASV para coleta de dados biométricos (foto e impressões digitais). Os solicitantes precisarão apresentar o passaporte válido e a página de confirmação do DS-160. Solicitantes acima de 66 anos ou com até 15 anos estão liberados da coleta de impressões digitais no CASV. Deste modo, eles ou seus representantes, devem enviar uma fotografia 5×7 recente (até seis meses) e com fundo branco;

5) Comparecimento à entrevista, caso solicitado, no Consulado.

6) No caso do visto ser concedido, aguardar o passaporte ou retirar em uma estação da DHL (Esta opção será feita no momento do agendamento);

Não há taxa de envio do passaporte pela DHL.

No momento do agendamento, o sistema irá determinar se a pessoa precisará ir ou não no CASV e no Consulado.

Observação importante:

- A taxa consular de US$160,00 não é reembolsável. Caso não possa ir na entrevista ou queira cancelar o agendamento o valor não será devolvido pelo consulado.

- Honorário de serviço de despachante do Mundo dos Vistos: R$215.

Os endereços dos consulados dos EUA não foram alterados. Para saber onde é a CASV mais próxima, acesse esse link.

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Mundo dos VistosTexto fornecido por Marcelo Pinto, diretor da empresa de despachantes Mundo dos Vistos e parceiros do Mikix. Aliás, precisando de despachantes de confiança, eu os recomendo e não esqueça de dizer a Mirella Matthiesen do Mikix que mandou a indicação :)

Essa é uma das perguntas que mais recebo quando o assunto é intercâmbio no Canadá, principalmente para aqueles que tem somente 4 semanas para aproveitar a estadia no meu querido congelador :-)

Dessa forma, segue aqui alguns prós e contras de cada estação do ano no Canadá, e no final, a decisão fica por você mesmo!

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Inverno (Novembro a Março):
- Se você nunca teve a oportunidade de viver no frio, essa pode ser uma experiência única e diferente de tudo que você já vivenciou. Só mesmo ficando um mês com temperaturas negativas, para entender e respeitar o fr-fr-frioooo.
- A paisagem fica mais sóbria (branca, cinza e preta), porém linda e completamente diferente do que temos no Brasil.
- O frio pode ser um limitador para passeios ao ar livre.
- Praticar esportes de inverno na cidade e nas montanhas.
- Comprar roupas de inverno pode significar extra-custo e estar bem agasalhado é a grande diferença entre curtir ou não o frio.
- Dica: evite a todo custo os meses de novembro e março.
Niagara Falls no inverno por mikix
Niagara Falls no inverno

Primavera (Abril e Maio):
- O que eu mais gostava dessa estação era ver a mudança de comportamento das pessoas. Depois de um longo inverno, é impossível não sorrir com mais frequencia!
- Ver o nascer das flores e a cor clarinha das folhas brotando… ver a vida renascendo.
- Temperaturas amenas, mas ainda bate um friozinho para dar um gostinho de “Canadá” eheheh… se der sorte, pode até pegar uma neve! Ou quem sabe, um veranico de 27C em um dia qualquer!
- Abril tem a tendência de chover mais que Maio, e até existe um proverbio popular que diz: “April showers, May flowers” (Chuva em abril, flores em Maio).
Festival das Tulipas em Ottawa, por mikix
Festival das Tulipas em Ottawa

Verão (Junho a Agosto):
- Não subestime o calor canadense, em várias cidades, a temperatura pode chegar facilmente a 35C (positivo). Mas também, pode dar os 5 minutos em São Pedro e a temperatura cair repentinamente. Dessa forma, um casaquinho na mala não pode faltar.
- A maioria dos festivais do país acontecem nessa época do ano, inclusive o Canada Day, dia primeiro de Julho.
- Em agosto, geralmente tem várias promoções de final de verão, e é uma ótima fase para comprar roupas pra levar para o Brasil!
- Geralmente, é a fase que as escolas de inglês estão mais lotadas.
- Pra quem não quer ficar em casa de família, tem mais opções de residências estudantis para ficar, já que os estudantes das faculdades não estão nos alojamentos! (ex: Universidade de Toronto, McGill University – Montreal etc… procure por summer residences)
Lake Louise no verão, por mikix
Lake Louise no verão

Outono (Setembro e Outubro)
- Assim como na primavera, as temperaturas são mais amenas, mas o friozinho costuma sempre dar as caras!
- A primeira quinzena de outubro é mágica, as folhas mudam de cor e tudo ficar amarelo, vermelho e laranja. Passear pelos parques é atividade mandatória (o leste do Canadá é mais privilegiado que o oeste para essa transformação).
- Ficando até 31 de outubro, dá para curtir o Halloween… muito legal!!!
- Se eu tivesse somente uma chance de conhecer a região de Toronto a Quebec, eu estaria lá nas duas primeiras semanas de outubro! A coloração das folhas, pra mim, é uma das coisas mais bonitas da América do Norte.
Algonquin Park no Outono, por mikix
Algonquin Park no Outono

PS: os meses e as estações foram colocadas baseado no meu calendário pessoal de Canadá, ok?! :mrgreen:

Leia mais:
Intercâmbio no Canadá? O que você precisa saber antes de chegar…

No feriado de páscoa, decidimos explorar um pouquinho do que temos aqui do lado de Brisbane! Foi então, que junto com um casal de amigos, fomos para Rainbow Beach e Fraser Island curtir pela primeira vez um passeio 4×4 e finalmente desaflorar nosso jeep!
Rainbow Beach by Mikix
Rainbow Beach costa das areias coloridas

Raibow Beach fica menos de 3 horas aqui de Brisbane [veja no Google Maps} e o lugar é realmente incrível, agrada aqueles que preferem um passeio de sol, mar e agua fresca e também aqueles que procuram por aventura, paisagens e adrenalina! Como nós ficamos no meio termo, curtimos um pouquinho de cada coisa e sem exagerar em nenhuma!
Rainbow Beach by Mikix
Carlo Sandblow / Dunas Carlos em Rainbow Beach

Pra gente de São Paulo, praia e carro são coisas que geralmente não se misturam, mas em Rainbow Beach isso é realidade e estradas a beira mar é regra!!! Amamos a experiência e aprendemos muito sobre como dirigir na areia fofa, praia e acima de tudo, respeitar a natureza e os horários da maré alta e baixa.
Rainbow Beach by Mikix
Praia + carros em Rainbow Beach

E para ilustrar a vocês, a real necessidade planejar sua viagem e passeios de acordo com a natureza e não sua vontade própria, segue abaixo a palhaçada que acontece frequentemente em Rainbow Beach, onde excesso de testosterona e falta de cérebro, resultam em circo e risadas para os banhistas e xeretas de plantão :mrgreen:

Rainbow Beach by Mikix
Na verdade, o objetivo daquela manhã, foi dar uma passadinha na praia para ver o carro que havia sido empurrado para as pedras no dia anterior (foto acima). Não tinhamos a menor ideia que esses eventos eram frequentes… mas depois do que vimos em menos de 2 horas na praia, no fundo você nem acha estranho… eheheh

Veja a sequencia de eventos e me diga :

1- E vem o mini Terios sem medo e todo “experiente”… com a maré ainda alta!
Rainbow Beach by Mikix

2- Adivinha? Atolou entre as rochas!
Rainbow Beach by Mikix

3- Uma parte da galera tentando ajudar, enquanto a maioria só ficava olhando…
Rainbow Beach by Mikix

4- Quando finalmente o esforço de resgatar o Terios foi efetuado com sucesso, vem um outro jeep… esta vendo?
Rainbow Beach by Mikix

5- Adivinha? Extamamente… mais um atolado e o pessoal começou a rir de indignação, pois se ele tivesse esperado 30 minutos, nada disso teria acontecido, pois a agua teria retrocedido o suficiente para passar sem problemas!
Rainbow Beach by Mikix

6- E pelo visto… a única esperança é o co-piloto canino ;)
Rainbow Beach by Mikix

Esse jipe também conseguiu ser resgatado com a ajuda de outro carro… mas a ideia é só mostrar que tem que respeitar a natureza e maré alta e baixa DEVE estar nos planos, sempre 2 horas antes e depois do horário da maré alta significa: não passe!

Aguardem que tem mais coisas para contar de Rainbow e Fraser, muito legal!!!

Quando mencionamos trilhas turisticas em Sydney, muito se fala dos 6 km entre Coogee Beach a Bondi Beach (ou vice-e-versa), mas entre brasileiros e turistas em geral, quase ninguém comenta da trilha urbana com gostinho de natureza e paisagens espetaculares do caminho “da Spit Bridge a Manly beach”.
Trilha de Spit Bridge a Manly por Mikix
De Spit Bridge a Manly Beach

Começamos nosso passeio pegando um taxi de downtown (CBD) até a Spit Bridge (ponte Spit). Como era final de semana e com um solzão de tirar o chapéu, pegamos um pouco de trânsito pelo caminho, mas tudo tranquilo, em 25-30 minutos chegamos na ponte. Para quem está com o orçamento contado, tem também a opção de pegar um onibus e em 40 minutos você chega lá.
Mapa da trilha de Spit Bridge a Manly por Creative Spirit
Mapa da caminhada por Creative Spirits

O caminho de 9 km tem mais jeito de trilha que passeio na cidade (diferentemente da trilha entre Coogee a Bondi que é extremamente urbana) e tem também algumas subidinhas danadas, porém, indo com calçado apropriado (tenis) e respeitando o ritmo de cada um, essa bushwalking é delicia! (PS: não é apropriado para carrinho de bebê).
Mapa da trilha de Spit Bridge a Manly por Creative Spirit
Bushwalking: forma que os Australianos chamam trilhas…

Nos arrependemos de não ter levado uma barrinha de cereal e água, achamos que no caminho teria vários lugares para uma paradinha estratégicas para comprar besteirinhas comestíveis e agua, mas a coisa não foi bem assim, teve um momento que queriamos chegar rapidinho em Manly para reabastecer o estomago :mrgreen: … fica então a dica, para incluir na mochila alguma coisinhas para um pic-nic no caminho!
Mapa da trilha de Spit Bridge a Manly por Creative Spirit
Bushwalking: forma que os Australianos chamam trilhas…

Outra recomendação é pegar os detours (caminhadinhas extras) para curtir vistas diferentes, como no farol, ou para as rochas com desenhos aborigines (que seria o lugar perfeito para um picnic, na minha opinião!).
Mapa da trilha de Spit Bridge a Manly por Creative Spirit
Amigos que encontramos pelo caminho…

Chegando em Manly, aproveite para caminhar pela cidade e beira mar, ver um lado mais familiar que Bondi Beach e para cruzar com vários brasileiros, pois se não estou enganda, o QG brazuca de Sydney é em Manly (risos).

Para voltar a cidade, basta pegar o ferry para o circular quay e prontinho! Mais um dia perfeito em Sydney!
Mapa da trilha de Spit Bridge a Manly por Creative Spirit
Parte bem fácil da trilha…

Como chegar na Spit Bridge: do CBD (downtown) até a Spit Bridge são cerca de 40 minutos de onibus ou onibus+ferry. Aconselho a usar o website 131500 Transpo para planejar a viagem. A estação que sai do CBD é a “Wynyard, Carrington St Stand A, Sydney” e a mais próxima da Spit Bridge é a “Spit Junction, Spit Rd., Mosman”, colocando esses dois nomes no website com o dia e horário que pretende partir, será bem fácil encontrar o trajeto e se programar.

Como ir embora: De Manly a Circular Quay:
tem ferries (balsas) circulando a baia de Sydney a cada 15-30 minutos, não tem erro e em 30 minutos você chega no CBD (downtown – circular quay).

Umas das experiências mais diferentes que vivenciamos em Israel, foi o batismo no Rio Jordão.

Batismo no Rio Jordao por mikix

Batismos acontecendo no Rio Jordão

Existem alguns locais ao longo do Rio Jordão onde acontecem os batismos, a grande disputa é definir qual dedeles realmente ocorreu o batismo “real” de Jesus, os mais famosos são Yardenit (lado de Israel) e Qasr Al-Yahud (lado da Cisjordania, e atualmente administrado pelo Israel Nature and Parks Authority ) . Segundo estudiosos, o segundo local é o “verdadeiro”, mas como saber ao certo, não é mesmo?.

Batismo no Rio Jordao em Yardenit

Yardenit

Na época (2007), nós visitamos o Yardenit, pois o Qasr Al-Yahud era mais complicado logisticamente de chegar, não era aberto todos os dias e não nos sentimos confortáveis em visitar o lado da Cisjordania por conta própria. Desde 12 de Julho de 2011, Qasr Al-Yahud abre diariamente. Para mais informações ph: 02 650-4844 / fax: 02-650-4843 /ou/ email ssark@npa.org.il .

Batismo no Rio Jordao em Yardenit

Yardenit

Para aqueles que guardam um pouquinho (ou muito) de religão no coração e vão para Israel com a intenção de curtir um pouco disso; nossa dica é não se concentrar nesses detalhes de localização insignificantes que as facções das igrejas católicas adoram enfatizar, deixe-se levar pela história, entre de cabeça na emoção de possívelmente estar pisando e tocando as mesmas coisas de Jesus e aproveite o momento mágico de estar em Israel, pois Israel, é simplesmente inesquecível, para quem curte ou não religião…

Batismo no Rio Jordao em Yardenit

Levando pra casa um pouquinho da água do Rio Jordão… dei pra minha mãe :)

Yardenit é um local calmo, aconchegante e totalmente preparado para receber os pelegrinos… Como não tinhamos a intenção de nos rebatizarmos, tivemos sorte de pegar um grupo que estava se entregando as aguas do Rio Jordão. Difícil explicar o que vimos e sentimos ao observar aquelas pessoas, fica então algumas fotos (acima) e um video para dividir com vocês esse momento:

E aí? Já colocou Israel na sua listinha de países a se visitar? Precisa de mais motivos?

Veja outros posts que escrevemos sobre o país:

Leia todos posts sobre Israel aqui no Mikix:

- Israel – Introdução

- Jerusalem – parte 1

- Jerusalem – parte 2

- Jerusalem – parte 3 – final

- Deserto Negev (a caminho de Eilat/Petra)

- Day trip em Petra, na Jordania

- Masada

- Mar Morto – salinidade a flor da pele!
- Batismo no Rio Jordão
- Norte de Israel… um dia na Galileia

Há tempos estávamos cogitando comprar uma câmera a prova d’agua para fotografar nossos passeios de snorkel. O perfil deveria ser uma câmera para amadores, fácil de usar, de simples manutenção e que não fosse muito caro, algo para dar um lance subaquático nos nossos cliques ;) .

Pesquisamos um pouco na internet os modelos, preços e custo/benefício de algumas câmeras do mercado e optamos pela Olympus Tough TG-310. E não nos arrependemos!

Demorou um pouquinho (bem pouquinho) para pegarmos o jeito de como melhor manusea-la e aqui vão algumas dicas:

1) Para ganhar mais nitidez nas fotos, é importante segurar a máquina bem firme e mecher o menos possível.
2) Usar o zoom somente quando realmente precisar, a qualidade cai bastante quando usa-se o zoom dentro d’agua.
3) Ficar atento para a bateria da máquina, ela não dura muito se ligada o tempo todo durante um snorkel. Geralmente não passa de 40 minutos.
4) O óbvio, quanto maior a visibilidade da água, melhor a nitidez da foto.
5) Esse modelo TG-310 possui 14 Megapixels, aguenta profundidade de 3m, queda de 1.5m e -10C de temperatura… por isso ela chama-se “tough” (tradução: resistente). Há outros modelos da tough mais avançados e que aguentam maiores profundidades, para quem faz mergulho e não somente snorkelling.
6) Tem opções de fotos panoramicas, mas ainda não nos adaptamos a essa funcionalidade…
7) O video tem HD, mas não é uma brastemp…
8) É preciso ficar sempre atento se ela foi fechada/”trancada” corretamente, para evitar a entrada de agua na bateria e cartão de memória.
9) Nunca seguimos as instruções de como limpar a máquina, somente damos uma lavadinha depois do uso e ela sobreviveu todas as viagens!
10) Se tiver a mesma idéia que a gente, de substituir sua point-and-shoot de todo dia, pode desistir, a qualidade dessa camera fora d’agua deixa muito a desejar… resumindo, você vai ganhar mais um “brinquedo” para levar na mala…

Para melhor ilustrar, além das fotos que coloquei acima, fiz um album na página do “Mikix no Mundo” no facebook com algumas fotos do mar e piscina que fizemos em Whitsundays e Maldivas para quem se interessar.
Passando por lá, aproveita e curte a gente no facebook também!!! :mrgreen:
Link: Fotos a prova dágua por mikix
Fotos subaquaticas do Mikix no Mundo

Achei esse link com 5 opções de camera a prova dágua para amadores que talvez seja útil nas suas pesquisas. Update (21/Apr/2012): A Lu Misura, do Colagem, também fez uma resenha da experiência dela com a Panasonic Lumix DMC-TS3, passa lá pra ler. E se mais alguém fizer posts de câmeras a prova d’agua, fala pra gente e colocamos o link aqui também!

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